Carlos Domingues disse no dia 15 junho 2009 às 20:42
Olá, com grande felicidade que tomei ciência da preocupação do Ilustre Defensor Público. São dessas vozes que este país, que é maravilhoso precisa. Parabens e Obrigado.
antonio carlos navarro cintas disse no dia 9 agosto 2009 às 17:36
Boa tarde, Dr. Luiz Rascovski,preciso de sua ajuda e ofereço a minha no que for necessário para que consiga seu objetivo de moralizar o arquivamento na JUCESP. Deve ser tão ou mais rígido como a transferencia de um carro, o reconhecimento de firma e autenticação e muitos casos tem que ser obrigatório. Se tivesse sido em 1988, eu não teria virado Sócio, e estaria com minha casa indo a penhor. Me comove dizer que foi minha irmã contadora, que se misturou a um grupo de safados, com intento de aplicar golpes em bancos. Por ser contadora e nome sujo, arumou facilitadores dentro da JUCESP e em algumas horas de um dia já estava com a alteração social pronta na mão. Eu, sempre fui muito cuidadoso, só não esperava que ela me faria sócio de porcaria. Fiz B.Os., descobri notas frias, não houve negócio, tenho e tive testemunhas,a investigação policial não achou crime penal mas sim crime cível, foi por procuração se poderes específicos, e ao mesmo tempo em que punham a empresa em meu nome, usaram dinheiro em conta cedida pelo banco America do Sul a outros sócios, via Contrato Particular onde conté, carimbo do cartório de Atibaia, mas segundo a certidão que recebi esta semana, o mesmo não foi registrado, mas mesmo assim o banco liberou conta corrente e credito, aos safados, que neste mesmo golpe leventaram 80 mil em leasing de máquina extrusora que foi montada com sucata e passada ao Bco com nota fria. Na época em que eu estava sem dinheiro e desesperado com esta situação, porque também apareciam contas em bancos que eu nem sabia e pior ,já de cara com limite no cheque especial, consegui recuperar a maioria que estavam escondidos no escritório da Rita(irmã) e alguns foram passados para frente e tive que pagá-los pois fiquei devedor na praça, e e eu não achava ningém. Fiz investigações por minha conta onde fui descobrindo os podres e tentando resguardar minha honra e moral que foi jogada ao chão. Pelo custo de um advogado e não ter direito a advogado gratis por ser, agora no caso pessoa jurídica o processo foi avolumando e tempo depois um advogado Dr. Marco Aurélio se dispôs a acompanhar o caso, mas pelo custo não consegui pagar para tirar meu nome da JUCESP. E neste momento estou com a casa, ùnica, indo a penhor. Não sei o que fazer, estou fazendo o que o advogado pede mas estou na dúvida se é o correto.
Se puder me oferecer orientação ou ajuda, ficarei grato.
E espero poder dar-lhe uma força em alguma coisa.
Grato
Antonio Carlos Navarro Cintas
antonio carlos navarro cintas disse no dia 18 outubro 2010 às 16:42
Sr Luis,tenho procurado dar-lhe apoio nesta empreitada, comentando com varias pessoas sobre o que sei de sua pessoa, por achar nobre de sua parte, esta preocupação com a JUCESP e seus atos.
Mas em mminhas tentativas de contato com o Sr. não obtive respostas ou retorno. Só espero não ter desistido ou persuadido a isto.
Olá, com grande felicidade que tomei ciência da preocupação do Ilustre Defensor Público. São dessas vozes que este país, que é maravilhoso precisa. Parabens e Obrigado.
Boa tarde, Dr. Luiz Rascovski,preciso de sua ajuda e ofereço a minha no que for necessário para que consiga seu objetivo de moralizar o arquivamento na JUCESP. Deve ser tão ou mais rígido como a transferencia de um carro, o reconhecimento de firma e autenticação e muitos casos tem que ser obrigatório. Se tivesse sido em 1988, eu não teria virado Sócio, e estaria com minha casa indo a penhor. Me comove dizer que foi minha irmã contadora, que se misturou a um grupo de safados, com intento de aplicar golpes em bancos. Por ser contadora e nome sujo, arumou facilitadores dentro da JUCESP e em algumas horas de um dia já estava com a alteração social pronta na mão. Eu, sempre fui muito cuidadoso, só não esperava que ela me faria sócio de porcaria. Fiz B.Os., descobri notas frias, não houve negócio, tenho e tive testemunhas,a investigação policial não achou crime penal mas sim crime cível, foi por procuração se poderes específicos, e ao mesmo tempo em que punham a empresa em meu nome, usaram dinheiro em conta cedida pelo banco America do Sul a outros sócios, via Contrato Particular onde conté, carimbo do cartório de Atibaia, mas segundo a certidão que recebi esta semana, o mesmo não foi registrado, mas mesmo assim o banco liberou conta corrente e credito, aos safados, que neste mesmo golpe leventaram 80 mil em leasing de máquina extrusora que foi montada com sucata e passada ao Bco com nota fria. Na época em que eu estava sem dinheiro e desesperado com esta situação, porque também apareciam contas em bancos que eu nem sabia e pior ,já de cara com limite no cheque especial, consegui recuperar a maioria que estavam escondidos no escritório da Rita(irmã) e alguns foram passados para frente e tive que pagá-los pois fiquei devedor na praça, e e eu não achava ningém. Fiz investigações por minha conta onde fui descobrindo os podres e tentando resguardar minha honra e moral que foi jogada ao chão. Pelo custo de um advogado e não ter direito a advogado gratis por ser, agora no caso pessoa jurídica o processo foi avolumando e tempo depois um advogado Dr. Marco Aurélio se dispôs a acompanhar o caso, mas pelo custo não consegui pagar para tirar meu nome da JUCESP. E neste momento estou com a casa, ùnica, indo a penhor. Não sei o que fazer, estou fazendo o que o advogado pede mas estou na dúvida se é o correto.
Se puder me oferecer orientação ou ajuda, ficarei grato.
E espero poder dar-lhe uma força em alguma coisa.
Grato
Antonio Carlos Navarro Cintas
Sr Luis,tenho procurado dar-lhe apoio nesta empreitada, comentando com varias pessoas sobre o que sei de sua pessoa, por achar nobre de sua parte, esta preocupação com a JUCESP e seus atos.
Mas em mminhas tentativas de contato com o Sr. não obtive respostas ou retorno. Só espero não ter desistido ou persuadido a isto.
Abraço, e aguardo contato, Antonio Carlos.
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